segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Não leia. Se não quiser, claro.

Pra cortar totalmente o clima bem-humorado da maior parte do blog, venho com esse post triste e extremamente pessoal.

Aviso que escrevi essa coisa toda ouvindo The Horses, de Daryl Braithwaite. Logo, se não quiser ser perseguido pelo Harry Potter excitado ficar deprimido, corra para as colinas feche essa janela.

Os últimos acontecimentos me levaram a perguntar o que eu realmente penso das pessoas. Quer realmente saber que acontecimentos são esses? Ok. Pra começar, eu vou sair da escola, e justamente agora entendo quem são meus verdadeiros amigos (nessa hora, a música muda pra More Than Words - Extreme). Aconteceram diversas declarações emocionantes de amizade, que em minha singela opinião é a coisa mais preciosa que se pode ter - sim, mais preciosa do que aquele "blá blá blá" de amor.

Eis que o tal de "amor" me decepciona mais uma vez. (Agora começa I Don't Wanna Talk About It, do Rod Stewart. Muito apropriado, é) Não sei o que me irritou mais - a injustiça, a desconfiança ou a reação violenta - mas eis que tive vontade de matar tudo e todos em minha volta. Perdoe-me, mas eu tenho um incrível nojo de você agora. Não se preocupe com isso, quando eu compôr alguma música que fala disso, você vai ser citado como inspiração.

Só o que eu posso dizer é que eu estou me esforçando pra não chutar o balde, agarrar-me às amizades - somente à elas. Tudo isso em respeito ao que você passou pra ficar comigo. Só isso.

Espero que tenha entendido.

Aos outros, desculpem-me por ter tornado esse blog um pouco pessoal demais. Juro que é só um caso em especial que - eu espero - não vá se repetir. Apenas digo que vocês podem me pisar, me humilhar. Mas nunca vou admitir que pisem nos meus sapatos de camurça azul.

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