
Clique para ampliar *-*
E aí, manolada?
Ok, ok. Eu estou na grande espera pelo último filme da saga Potter.
Vou confessar, eu não sou muito fã dos filmes porque eles cortam demais as melhores cenas. Para os que não lêem os livros, fica realmente difícil entender alguns pontos, pois o filme torna tudo muito corrido e o ator principal... bom... uma batata é mais expressiva que ele... e ele tem olhos azuis (pode parecer besta, mas olhos verde-esmeralda são a principal característica de Harry no livro), além de não ser esquelético e de ter cabelos comportados... sem falar na cicatriz andante.
Mesmo assim, ando ansiosa pelo tão esperado beijo entre Rony e Hermione e pela morte de Fred (eu chorarei muito).
Alguns dados que eu analisei depois de ver os filmes até agora... em minha opinião:
- Melhor ator: Rupert Grint (Rony Weasley), adoooro as caras dele;
- Pior ator: Daniel Radcliffe (Harry Potter)
- Personagem favorito: Bom... estou indecisa entre Fred e Jorge Weasley;
- Personagem que eu menos gosto: Gina Weasley (droga, ela é muito chata, não consigo gostar dela);
- Ator mais bonito: Ah, que indecisão... ok, Tom Felton (Draco Malfoy);
Estava esperando para postar algo sobre meu pianista favorito no dia de seu aniversário (25 de Março), mas após refletir e concluir que estaria muito ocupada com meu próprio aniversário (20 de Março) e acabaria esquecendo, resolvi postar o quanto antes. Tal vontade fora aguçada porque revi o filme “Tommy”, a famosa Ópera-Rock do The Who, em que ele faz uma das melhores cenas.
Entre Tina Turner’s ciganas e Eric Clapton’s fazendo cosplay de Jesus, encontramos o jovem Reginald Dwight, com 28 anos. Na verdade, Dwight já carregava seu outro nome, pelo qual ficou conhecido pelo resto de sua gloriosa e magnífica vida: Elton John.
O enredo de Tommy é basicamente o seguinte:
Roger Daltrey, vocalista do The Who, faz o papel principal (o próprio Tommy). O garoto Tommy, quando criança, foi testemunha direta da cena do pai sendo morto pelo padrasto, que gritou para ele coisas do tipo “você não viu nada, não ouviu nada, não vai contar nada”. Após este trauma, o pequeno Tommy ficou totalmente cego, surdo e mudo mesmo (detalhe para a atuação de Daltrey agora... com aqueles olhos azuis claríssimos e expressão alienada, eu consigo acreditar que ele é cego). Boa parte do filme consiste nas tentativas da mãe de Tommy de fazê-lo voltar a ver, ouvir e falar. Tommy adulto vira campeão de Pinball (não me pergunte como!) e, após a própria mãe o empurrar da janela, ele consegue voltar a ver, ouvir e falar, e vira o novo messias.
O papel de Elton em Tommy era simples, ele acompanharia o Roger Daltrey (que não canta nessa cena, pois ainda é o Tommy mudo) numa cena musical. Ele seria um adversário de Tommy no Pinball, e cantaria “Pinball Wizard” (uma canção água-com-açúcar... sabe, sem nada de especial, em minha opinião), em frente a uma platéia de fãs do grande Tommy, usando botas do tamanho de seu corpo inteiro e seus costumeiros óculos purpurinados.
O caso é que Elton surpreendeu. Ele fez a música adquirir um ritmo ótimo, colocou ênfase nas partes certas, transformou numa obra-prima. Foi a música que mais fez sucesso no filme.
Quando lançou no cinema aqui no Brasil, lançou também a trilha sonora
A saída era ficar ligando para a rádio e pedindo para tocar a mesma música. Muitas vezes, ela era tocada três ou quatro vezes seguidas. Um tremendo sucesso.
Para vocês entenderem do que eu falo, eis a cena:
Me dá uma dor no coração ver o Pete Townshend quebrando a própria guitarra e o Keith Moon destruindo a bateria a chutes...